A hora é agora

O Planeta Terra está passando por uma crise ambiental sem precedentes em tipo e espécie.

As facilidades da era moderna, pós industrialização, com seus descartáveis e, o consumismo exagerado, estão gerando montanhas crescentes de lixo.

Não existe mais água, terra ou ar no planeta que não tenha traços dessa interferência humana.

Além disso, o aumento no uso de energia causado pelo uso de nossos equipamentos, transportes, indústrias, etc. estão levando o planeta a mudanças climáticas perigosas, que já se fazem sentir em todos os ecossistemas.

Estamos interferindo com a sustentabilidade ambiental do planeta.

Não podemos esquecer que tudo esta ligado.

Nosso estilo de vida tem um preço.

Nós estamos colhendo e os nossos filhos colherão, aquilo que plantamos.

A questão é saber: até quando a humanidade continuará caminhando em direção a destruição?

Quantas enchentes e furacões ainda serão necessários para compreendermos que precisamos mudar?

Que planeta queremos deixar para os nossos filhos?

A decisão está em nossas mãos, pois a crise a que assistimos, na realidade, muito mais que uma crise ambiental é uma crise de valores, uma crise de forma de vida, escolhas.

Filipe de Sousa

terça-feira, 31 de março de 2015

Gazeta Valeparaibana ABRIL 2015

Já está disponibilizada na WEB a edição de ABRIL  da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF para quem queira baixar e imprimir.
Aos docentes: Boas matérias para formatação de discussões em sala de aula.
Links no final da postagem.
Leia: Página 2
EDITORIAL - Divirta-se!
Autora: Genha Auga

Leia: Página 3
28 de Abril "Dia da Educação"
Para muitos Escola de qualidade passa tão somente por uma comida segura no dia.
Autora: ROSA MARIA TORRES
 
Leia: Página 4
23 de Abril "Dia Nacional do Choro"
O choro é um dos mais originais estilos de música, principalmente instrumental, cuja origem remonta o século XIX.

Leia: Página 5
01 de Abril "Aniversário Golpe de Estado de 1964"
Faço parte da geração 68, como ficou conhecida a dos estudantes libertários que viraram o Brasil e o mundo de cabeça para o ar naquele ano do século passado, contestando todas as hierarquias e estruturas de poder, sem ter ideia de onde pretendiam chegar. Sabiam o que não queriam mais, mas não se entendiam sobre o que exatamente sonhavam colocar no lugar.
Autor: Ricardo Kotscho

Leia: Página 6
18 de Abril "Dia do Amigo"
A rejeição é achar que não posso ser aceito. Também é sentir-se desprezado, desvalorizado, achar que não somos bons o suficiente e que fizemos algo errado.
Autora: Mariene Hildebrando

Leia: Página 7
PROCRASTINAÇÃO
Atualmente, ouvimos muito as pessoas reclamarem que o tempo parece que “voa” e não conseguem realizar seus intentos e cumprirem suas obrigações e, a maioria, realiza tudo que precisa na última hora e em cima do prazo.
Autora: Genha Auga

Leia: Página 8
07 de Abril "Dia Mundial da Saúde"
Então as Parapraxias, ou atos falhos, soavam como uma informação relevante, que permitia ao psicanalista mergulhar dentro da demência  e loucura do seu paciente e assim compreender profundamente o que ele estava sentindo dentro do seu mundo perceptivo imaginário.
Autor: Max Diniz Cruzeiro

Leia: Página 9
13 de Abril "Dia dos Jovens"
Todo ano, quando sai o resultado do IDESP (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), que visa parametrizar o ensino em São Paulo, nos deparamos com algo que nos parece, no primeiro olhar, justo e coerente, afinal, é justo que as escolas que atingem suas metas recebam bônus pelo belo trabalho docente realizado no decorrer do ano anterior. Entretanto, fazendo uma análise fria e tendo em mente que sempre, assim como uma moeda, tem dois lados, verificamos que no caso do bônus, instituído pela Lei complementar nº 1078 de 17/12/2008 pelo ex-governador José Serra, temos duas óticas.
Autores: Ivan Claudio Guedes e Omar de Camargo

Leia: Página 10
Democracia Participativa
A democracia participativa é uma forma de exercício do poder, baseada na participação dos cidadãos nas tomadas de decisão política.
Atravessamos grande parte do século XX, acreditando que a forma Representativa era um modelo ideal para os cidadãos, que assegura a liberdade e igualdade de todos, que isso seria o verdadeiro conceito de democracia, mas passados quase cem anos, chega-se ao fim do século XX e acredita-se numa crise existente nesse modelo de Democracia.
Fonte: Portal Consciencia Política

Leia: Página 11
22 de Abril "Dia Mundial da Terra"
O físico Brian Swimme (in: O universo é um dragão verde,p.9-11), de modo pertinente, indica algumas preocupações e rumos possíveis da ciência contemporânea, bem como, aponta a necessidade de defendermos um diálogo entre as ciências da natureza e a filosofia da natureza uma vez que ambas, dentro de suas áreas, procuram compreender o mundo em sua especificidade ontológica:
Autor: Loryel Rocha

Leia: Página 12
15 de Abril "Dia da Conservação do Solo"
Por que tanto veneno?
Após as eleições de 2014, os ruralistas declararam ter 51% do Congresso Federal. É necessária uma reforma política que decrete o fim das doações eleitorais de empresas para acabar com estas verdadeiras pragas da política brasileira.
Da Redação

Leia: Página 13
09 de Abril "Dia da Biblioteca"
Biblioteca escolar: ranços e avanços
Pegar um livro e abri-lo guarda a possibilidade do fato estético.
O que são as palavras dormindo num livro?
Fonte: Educação Pública

Leia: Página 14
07 de Abril "Dia do Jornalismo"
A sociedade anda confundindo liberdade de expressão com libertinagem na expressão, esquecendo que todo direito de um indivíduo acaba quando ataca o direito de outros indivíduos
Autor: Renato Gomez

Leia: Página 15
14 de Abril "Dia Pan-americano"
Diversos autores procuram demonstrar que desde o século XVIII surgiram precursores dos ideais pan-americanos, citando-se como um dos pioneiros o Padre Alexandre de Gusmão, brasileiro que servia na corte de D. João I de Portugal, e um dos responsáveis pela elaboração do Tratado de Madri (1750).
Fonte: História Net

Leia: Página 16
Alcoutim - Nas margens do Guadiana há um «outro Algarve» para descobrir
Fonte: Portal Conheça Portugal


segunda-feira, 2 de março de 2015

Gazeta Valeparaibana - Março 2015

Já está disponibilizada na WEB a edição de MARÇO  da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF para quem queira baixar e imprimir.
Aos docentes: Boas matérias para formatação de discussões em sala de aula.
Links no final da postagem.
Geração - Canguru
Assumir uma vida independente e de compromissos está distante nos dias atuais e assim, os jovens, vão ficando confortavelmente “embaixo das asas” dos pais e a adolescência vai se estendendo cada vez mais.
AUTORA: Genha Auga
Leia: Página 2

Outono
"A natureza nos mostra mais uma vez a beleza de sua sabedoria: é preciso entrega, é preciso deixar ir o que não serve mais, para proteger o que é mais importante."
AUTORA: Juliana Garcia
Leia: Página 3

Turismo e desenvolvimento
A atividade turística nos últimos anos tem sido de extrema importância no que diz respeito ao desenvolvimento e crescimento da economia mundial.
AUTORAS: Larissa Reynaldes Dias e Rebecca Bonomo Montanheiro
Leia: Página 4

Combate ao racismo. Até quando?
21 de março é considerado o dia internacional de Combate ao racismo. A data foi escolhida para lembrar o triste episódio ocorrido na África do Sul em Shaperville, (em 1960) que ficou conhecido como O Massacre de Shaperville.
AUTORA: Mariene Hildebrando
Leia: Página 5

O que é feminicídio?
O feminicídio é o termo empregado para designar o assassinato de uma mulher pelo simples fato de esta ser mulher.
AUTOR: José Carlos Maia Saliba
Leia: Página 6

QUE VIAGEM - Conto
De repente me vi atirada para o alto num leve voar e seguidamente, lentamente para o impacto arrebatador e rasante... o chão!
AUTORA: Genha Auga
Leia: Página 7

Música clássica e elitismo
O que há de elitismo em quem faz música clássica é algo que não tem nada a ver com capacidade financeira ou classe social.
AUTOR: Maestro Osvaldo Colarruso
Leia: Página 8

VAI CAIR NA PROVA?
Cair na prova significa: “só vou estudar se for estritamente necessário, caso não fizer parte da avaliação eu não estudo”.
AUTORES: Ivan Claudio Guedes e Omar de Camargo
Leia: Página 9

Funções do Governo Federal
Quais as funções do Presidente da República no Brasil?
Qual a Função do Congresso Brasileiro?
Da redação
Leia mais: Página 10

A VISÃO DA NATUREZA EM DIVERSAS CULTURAS
Os deuses, os homens e os animais fazem parte de um mesmo universo, mas, de um universo hierarquizado, pleno de uma graduação onde não se passa de um degrau a outro.
AUTOR: Loryel Rocha
Leia mais: Página 11

Funções sociais da Escola
A escola deve prover os indivíduos "não só, nem principalmente, de conhecimentos, idéias, habilidades e capacidades formais, mas também, de disposições, atitudes, interesses e pautas de comportamento".
Da redação
Leia mais: Página 12

Agricultura, Sustentabilidade e Reforma Agrária
Abelhas - Mel e polinização (Roberto Rodrigues)
Reforma agrária (da Redação)
Leia mais: Página 13

Mudanças Climáticas
É que a Amazônia bombeia para a atmosfera a umidade que vai se transformar em chuva nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Quanto maior o desmatamento, menos umidade e, portanto, menos chuva. E sem chuva, os reservatórios ficam vazios e as torneiras, secas.
FONTE: Fantástico
Leia mais: Página 14

Dia Mundial da Juventude
Falar de crianças e adolescentes em situação de risco no Brasil é abordar um problema que traz em sua complexidade, as marcas da formação e do desenvolvimento sócio-político-econômico e cultural de um país que confina aos guetos, morros e favelas os que sobrevivem com as partículas do bolo nacional.
Da redação
Leia mais: Página 15

Internacional
Governar para números ou governar para pessoas?
AUTOR: Santana Castilho
Leia mais: Página 16


Cerrado do Brasil

A ideologia mórbida do capitalismo rural detonou o bioma mais antigo no país - responsável por quase 20 mil nascentes - e isso impacta o Brasil inteiro.

Wev's Bronw / Flickr
O professor Altair Sales Barbosa, da PUC de Goiás, criador do Memorial do Cerrado, em Goiânia, nos últimos anos tem argumentado que o cerrado como bioma não existe mais, tamanha a destruição pelo avanço do agronegócio. Ele não é o único. Os mais otimistas consideram que em 2030 o cerrado não existirá mais, seguindo a média de extinção de dois milhões de hectares por ano. Ou seja, em 45 anos, contando do início da década de 1970 – O Programa de Desenvolvimento do Cerrado, chamado polo centro pelos militares, foi instituído em 1975-, a ideologia mórbida do capitalismo rural brasileiro detonou o bioma mais antigo no país, responsável por quase 20 mil nascentes, que abastecem oito das 12 regiões hidrográficas. As quatro mais importantes: do rio Paraná, do rio São Francisco e dos rios Araguaia e Tocantins.
 
 
Como diz o professor Altair Sales as águas que nascem no cerrado abastecem as grandes bacias do continente sul-americano, e todas elas nascem de aquíferos, sendo os três mais importantes o Guarani, o Bambuí e o Urucaia. O cerrado é conhecido pela pobreza de nutrientes no solo, embora tenha 12.365 espécies de plantas catalogadas, além do excesso de alumínio, o que aumenta o problema. Então são plantas que crescem retorcidas, as folhas parecem couro, a densidade é menor, embora o bioma em si tenha algumas divisões, desde regiões com gramíneas, arbustos até árvores de 30 metros.
 
Na rota da morbidez
 
Por ser o mais antigo e por ter problemas de nutrientes, também é, por ironia da história, o que mais limpa a atmosfera, porque as plantas captam mais gás carbônico. Porém, o cerrado é conhecido por ser uma floresta de cabeça para baixo, em função do intrincado de raízes e da profundidade que atingem. Justamente por isso, seguram a água da chuva, carregam o lençol freático e abastecem os aquíferos. Parece perfeito. Mas o cerrado entrou na rota da morbidez do agronegócio. Um detalhe importante: ele é plano na sua maioria, tinha um clima estável, com duas estações bem definidas – das águas e da seca. E o definitivo: suas terras eram desvalorizadas.
 
Hoje são mais de 50 milhões de hectares de pastagem, mais de 14 milhões de lavouras permanentes e milhares de carvoarias. Além da ocupação para produção de carne e grãos também queimaram o cerrado para abastecer os fornos das siderúrgicas de Minas, depois as guzeiras do Maranhão, da Bahia, do Pará. O Brasil é rico em ferro, mas ele precisa ser limpo das impurezas, então o ferro precisa ser queimado e transformado em ferro-gusa, que é o ingrediente do aço.
 
Oito das 12 regiões hidrográficas dependem do cerrado
 
Os escravos faziam isso na época do império, enterravam a madeira em covas e transformavam 100 toneladas em seis toneladas de carvão, fato descrito no livro de Warren Dean – A Ferro e a Fogo -, que conta a destruição da Mata Atlântica. Minas Gerais sempre centralizou a produção de ferro gusa no país, foi onde o cerrado sofreu o primeiro golpe. Dali para o Centro-Oeste, onde o boi já havia aberto o caminho foi um passo. Em seguida os pesquisadores descobriram as fórmulas para corrigir a acidez das terras e o resto a indústria química resolveu – fertilizantes e veneno.
 
Sem dúvida, o Brasil é o maior produtor de soja, o maior exportador e tem o maior rebanho comercial do mundo. Mais da metade disso é a contribuição do cerrado. Entretanto, a história não acaba aqui. Vejam o que informa o pesquisador da Embrapa, Jorge Inoch Werneck Lima:
 
“- O cerrado contribui para oito das 12 regiões hidrográficas do país, 70% da água que sai na foz do rio Tocantins-Araguaia vem do cerrado, 90% do que sai na foz do rio São Francisco também vem do cerrado e 50% do que sai na foz do rio Paraná, inclusive da água que chega a Itaipu. Mas 100% da água que abastece a represa de Três Marias (MG) são do cerrado, 90% da água que abastece a represa de Xingó e 70% da água que chega a Tucuruí são do cerrado”.
 
Cerrado transformado em carvão
 
A recarga dos aquíferos, que abastecem as bacias dos rios citados ocorre pelas bordas, nas áreas planas, onde a água pluvial infiltra e é absorvida cerca de 70% pelo sistema radicular da vegetação nativa, alimentando num primeiro momento o lençol freático e lentamente vai se armazenando nos lençóis mais subterrâneos, explica o pesquisador da Embrapa. Se não tem mato nativo, que foi transformado em carvão – a lenha do cerrado queima três dias dentro do forno - ou simplesmente queimou ao léu para dar lugar a pastagens africanas, a soja chinesa ou a cana europeia, o que acontecerá? Ora, dedução lógica, simples: não haverá água.
 
Pois justamente é essa a essência da morbidez do agronegócio: destruir para construir e depois, como diziam os colonizadores portugueses, azar de quem vem atrás. Uma citação do professor Altair Sales Barbosa:
 
“- Em média, 10 pequenos rios do cerrado desaparecem a cada ano. O rio que abastece a bacia vê seu volume diminuindo. Hoje, usa-se ainda a agricultura irrigada, porque há uma reserva nos aquíferos. Mas daqui a cinco anos não haverá mais essa pequena reserva. Estamos colhendo os frutos da ocupação desenfreada que o agronegócio impôs ao cerrado a partir dos anos 1970. Vai chegar um tempo, não muito distante, em que não haverá mais água para alimentar os rios. Então esses rios vão desaparecer. Por isso, falamos que o cerrado é um ambiente em extinção.”
 
O espectro da destruição continua
 
Claro, na década de 1970, os arautos da morbidez argumentavam dessa maneira, não tínhamos informação suficiente sobre a importância das matas ciliares, de preservar pelo menos 20% da vegetação nativa, como diz a lei, entre outras medidas simples e eficazes. Nada disso, basta ver as novas implicações do código florestal recentemente aprovado – restringir matas em córregos, afluentes, rios; diminuir áreas de preservação permanente ou compensar em outras regiões. Só para esclarecer: o cerrado tem apenas 2% em unidades de conservação e pouco mais de 2% de áreas indígenas.    
 
Ainda não acabou. A fronteira agrícola chegou ao sul do Piauí e ao sul do Maranhão e ao oeste da Bahia, onde já tem mais de um milhão de hectares plantados com soja e algodão – no Piauí o número passa dos 600 mil hectares. Se somarmos as duas áreas de cerrado do Maranhão e Piauí são mais de 20 milhões de hectares. Os arautos da morbidez pretendem ocupar seis milhões. Qual a notícia no sul do Piauí? As carvoarias estão detonando as áreas de cerrado. Qual a informação mais atualizada sobre uso de carvão de mata nativa no Brasil? Pelo menos a metade da produção total é de mata nativa.
 
Um trecho do manifesto divulgado pela Associação da União das Aldeias Apinagés, do Tocantins, em dezembro de 2014:
 
“- Denunciamos a forma criminosa como as empresas estão chegando e avançando sobre as matas ciliares e nascentes, que correm dentro da terra Apinagé, com licenças ambientais liberadas pelo Instituto Natureza do Tocantins”.
 
Corrida por poços clandestinos
 
Última semana de fevereiro o IRPAA, de Juazeiro (BA) divulga um comunicado dizendo que algumas comunidades da região estão com problemas de falta de água para beber, que os caminhões pipa não estão atendendo a demanda. Juazeiro fica abaixo do lago de Sobradinho, o maior da América Latina e que está com pouco mais de 15% da sua capacidade. Água agora só para produção de energia elétrica.
 
E em São Paulo. O Aquífero Guarani abastece 80% dos municípios do estado. Com a realidade da crise hídrica, como dizem os arautos da morbidez urbana, fiz uma pesquisa sobre construção de poços artesianos. O Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas, da USP, dirigido pelo professor Reginaldo Bertolo realizou um levantamento entre as empresas construtoras, no final do ano passado. Diz ele:
 
“- A corrida para construção de poços profundos clandestinos é grave, tanto pela possibilidade de esgotamento dos aquíferos, quanto por causa dos riscos da qualidade da água extraída. Na região metropolitana foram 400 perfurações realizada pelas construtoras, o que aumenta em 43 milhões de litros/dia retirado dos aquíferos”.
 
Segundo o Departamento de Águas e Energia de São Paulo, que autoriza a construção de poços artesianos, são 27.312 cadastrados. Em Ribeirão Preto, por exemplo, já é proibido construir poço artesiano na área central da cidade, em consequência do rebaixamento do Aquífero Guarani. Consultei outra região – São José do Rio Preto -, também abastecida pelo aquífero. O Diário da WEB, jornal da cidade, apontava em dezembro passado que 88% dos poços da região são irregulares. Segundo a unidade do DAEE, de Rio Preto, dos 3,5 mil poços perfurados no município apenas 400 estão cadastrados.     
 
No próximo dia 11 de setembro, o Dia Nacional do Cerrado decretado desde 2003, comprem velas, chorem e lamentem o fim do bioma mais antigo do país.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Gazeta Valeparaibana - Fevereiro - 2015

Já está disponibilizada a edição de FEVEREIRO  da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF para quem queira baixar e imprimir.
Aos docentes: Boas matérias para formatação de discussões em sala de aula.
Links no final
A esquerda e a direita segundo Ariano Suassuna
Movimento Armorial
Leia a crônica: Página 2

Dia 7 de Fevereiro é dedicado à luta dos Povos Indígenas e assim resolvemos trazer um pequeno histórico no pós 1500.
Da redação
Leia mais sobre: Página 3

O reino pedregoso de Suassuna
Suriel Ribeiro - Artesania Literária
Leia mais sobre: Página 4

TEMA OU LEMA
Genha Auga
Leia mais sobre: Página 5

O FREVO como cultura Popular
Da redação
Leia mais sobre: Página 6

Contos, Poesias e Crônicas
Diversos autores
Leia mais sobre: Página 7

Porque o carnaval não é mais como em outros carnavais
Da redação
Leia mais sobre: Página 8

Analfabetismo funcional e a qualidade do ensino
Ivan Claudio Guedes e Omar de Camargo
Leia mais sobre: Página 9

Direitos Humanos de terceira Geração
Mariene Hildebrando
Leia mais sobre: Página 10

O Brasil não foi colônia (ultima parte)
Loryel Rocha
Leia mais sobre: Página 11

Pensão por morte de quem?
Claudia Mohallem
Leia mais sobre: Página 12

A experiência e os impactos da escravidão africana...
Patrícia Melo Sampaio
Leia mais sobre: Página 13

Dia Mundial da Justiça Social
Da redação
Leia mais sobre: Página 14

Dia 28 de Fevereiro é o dia dedicado internacionalmente às doenças raras
Da redação
Leia mais sobre: Página 15

De novo a Grécia!
Bernardo Santoro
Leia mais sobre: Página 16

GAZETA VALEPARAIBANA, um jornal sem fins lucrativos democratizando a informação. Prestigie.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Gazeta Valeparaibana - Janeiro 2015

Caros leitores que venha JANEIRO e com ele um BOM NOVO ANO!
Já está disponibilizada a edição de JANEIRO da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF para quem queira baixar e imprimir.
Links no final
Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos.
Então: Feliz Novo Ano

Nem todas as árvores têm frutos para dar. Porém algumas, como você, podem ter muito mais a oferecer...
Leia a crônica: Página 2

- Estamos vivendo momentos difíceis, atormentados pela violência, frustrações, sonhos desfeitos e depressão.
- Paremos de ir no embalo dos alarmistas de plantão.
Leia mais sobre: Página 3

Errâncias Armoriais nas veredas do academicismo
Conheci um demônio enigmático...
Leia mais sobre: Página 4

Todo final e início de ano é um período reflexivo em que muitos egoisticamente fazem apenas a reflexão de seu mundinho, esquecendo tudo que o cerca, mas não dá para ser assim não é mesmo? Afinal tudo que nos cerca é exatamente a engrenagem que movimenta a vida.
Leia mais sobre: Página 5

MORTE E VIDA DE UMA SEVERINA
Mulheres nordestinas, a maioria sofridas, doam-se para a família, zelam toda a vida pela dignidade e quando partem deixam sempre muita saudade.
Leia mais sobre: Página 6

40 Anos De Coma (crônica)
Eu, aos 20 anos de idade, ainda com espírito adolescente, fazia teatro e escrevia. Sonhava ser ator e escritor.
Leia a crônica: Página 7

Aprendizados
Ano Velho e Ano Novo
Leia mais sobre: Página 8

ANO NOVO EXPECTATIVAS NOVAS
Mais um ano se inicia. O Natal já se foi, as pessoas deram e receberam presentes. Ano novo, vida nova. Será?
Leia mais sobre: Página 9

Dia primeiro de Janeiro se comemora o dia do Município.
Entenda as várias divisões governamentais de seu Município. Mas para melhor compreensão:
Leia mais sobre: Página 10

O BRASIL NÃO FOI COLÔNIA
Parte III
“Não são de todo subreptícias, nem dispiciendas, as conotações entre o ideal sinárquico dos templários, isto é, a sua demanda da equanimidade universal ...
Leia mais sobre: Página 11

Qual o lugar da luta de classes em meio a queda dos preços do petróleo?
Leia mais sobre: Página 13

O que é o Islã político, mal chamado de fundamentalismo islâmico? Quando surgiu? Por quê? É igual em todos os países? Qual é o projeto do Hamas?
Leia mais sobre: Página 14

Autoajuda, autoengano e outras coisas no piloto automático.
Tem dias que tristeza ou mau humor é mais problema hormonal que qualquer outro motivo.
Leia mais sobre: Página 15

A língua brasileira, ou o português no Brasil, não é apenas uma contextualização do português de Portugal;
Leia mais sobre: Página 16

GAZETA VALEPARAIBANA, um jornal sem fins lucrativos democratizando a informação. Prestigie.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL e um BOM NOVO ANO!
Já está disponibilizada a edição de DEZEMBRO da Gazeta Valeparaibana; em REVISTA para ser lida online pelo site ou na versão em PDF para quem queira baixar e imprimir.
Boa Leitura!
Página 2
- Mensagem de fim de ano
Página 3
- Você sabe por que se comemora em 02 de Dezembro o Dia Nacional do Samba?
Por: Claudia Andreucci
Página 4
- Uma carta ao Natal
Autora: Genha Auga
Página 5
- 10 de dezembro
Dia Internacional dos Direitos Humanos
Autora: Mariene Hildebrando
Página 6
- Dia 08 · Dia da Família -  Aspectos da família moderna
Autor: Carlos Brito
Página 7
- Contos, Poesias e Crônicas
Genha Auga
Página 8
- 08 · Dia da Justiça
É caso de perguntar-mos: Para onde caminha?
Página 9
- BRIGA EM SALA DE AULA! – Intervir ou não?
Autores: Professores: Dr. Ivan Guedes e Omar de Camargo
Página 10
- Dia Internacional dos Povos Indígenas
O interminável massacre do povo indígena.
Por: Eliana Tavares
Página 11
- O Brasil não foi colônia – Parte II
Autor: Professor Loryel Rocha
Página 12
- Dia 22 · Início do verão
Chuvas de verão: como minimizar suas consequências
Da redação
Página 13
- Nossos profissionais
Da redação
Página 14
- Natal e Ano Novo (2 crônicas)
Autora: Lou Micaldas 
Página 15
- A origem do Natal e seus aspectos históricos
Edição: Filipe de Sousa
Página 16
- 1º de DEZEMBRO. Dia do imigrante
Ficar ou voltar?
Edição: Filipe de Sousa

Prestigie porque o nosso negócio é a democratização do conhecimento, sem fins lucrativos.
Abaixo os dois links.
GAZETA VALEPARAIBANA, um jornal sem fins lucrativos democratizando a informação. Prestigie.





quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Gazeta Valeparaibana Novembro 2014

Boa Leitura!
Prestigie porque o nosso negócio é a democratização do conhecimento, sem fins lucrativos.
Abaixo os dois links.
Página 2
Votamos errado?
Autora: Genha Auga
Página 3
Religiosidade e Direitos Humanos
Autora: Mariene Hildebrando
Página 4
O Brasil precisa de mais Leis?
Autor: Pedro Valls Feu Rosa
Página 5
Direitos Humanos - O voto da mulher
Autora: Mariene Hildebrando
Página 6
Herbert José de Sousa
Vida e obras
Página 7
Contos, Poesias e Crônicas
Genha Auga
Página 8
Dia Nacional da Cultura Brasileira
Folclore e Gastronomia
Página 9
Geração neném
Autores: Professores: Dr. Ivan Guedes e Omar de Camargo
Página 10
Dia Internacional do Estudante
História
Página 11
Dia do Estatuto da terra (Lei: 4.504/64)
Que servida de reflexão este tema.
Página 12
O Brasil não foi colônia
Autor: Professor Loryel Rocha
Página 13
15 Novembro - Dia da Proclamação da República
História da República Velha
Página 14
14 de Novembro - Dia Nacional da Alfabetização
Problema nacional quando o assunto é educação, a Alfabetização
Página 15
11 de Novembro - Dia do Diretor de Escola
O papel do diretor de Escola
Página 16
Maias, Astecas e Incas
Civilizações Latino Americanas

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